Super Bock CLAB, o nosso Laboratório Criativo

Encontro de criativos, empreendedores e fazedores, o Super Bock CLAB é um evento transdisciplinar sobre novas estéticas artísticas, novos modelos de negócio, tendências e visões do futuro. Realizado desde 2005, passou a integrar na sua programação, em 2009, a cerimónia de entrega do Prémio Nacional Indústrias Criativas Super Bock/Serralves.

 

Casa de Serralves, Porto

2018
No ano em que o Prémio Nacional Indústrias Criativas celebrou a 10.ª edição, uma década de vida, reviu-se o passado e olhou-se para o futuro da cultura e do empreendedorismo no debate “+10-10”, alimentado com as experiências de finalistas de edições anteriores desta nossa competição. Antes, escutou-se Mirko Whitfield, representante doSXSW music, film and interactive festivalse doSXSW EDU. Após serem conhecidos os três vencedores do 10.º Prémio (por ordem, Horizon 47, Guava Shoes e QuartetoComtratempus), a noite chegou com a música de Surma.

Ténis de Serralves, Porto

2017
No regresso do Super Bock CLAB ao Porto, “Utopia e Pragmatismo” foi o tema da conferência realizada peloartista digital brasileiro Muti Randolph. Neste ano o Prémio Nacional Indústrias Criativas passa a atribuir três galardões de valor monetário (o 1.º prémio foi entregue à Iguaneye, o 2.º à Sound Particles e o 3.º à Wonder Cover), que foram anunciados após um debate sobre “Os Ecossistemas Criativos”. Marcando uma tendência dos últimos anos, o Laboratório chamou à conversa projetos reconhecidos em edições anteriores do Prémio.

Pavilhão de Portugal, Lisboa

2016
O Laboratório Criativo passa a designar-se Super Bock CLAB numa edição sob o signo global da música. “The Future of Music” foi o tema da conferência aberta pelo fundador do festival Eurosonic (Holanda) e em que participaram agentes das águas musicais nacionais, intercalada por showcases de Emmy Curl, Nice Weather for Ducks e Les Crazy Coconuts. No que toca ao Prémio Nacional Indústrias Criativas, destacaram-se a Noocity (vencedora), a Bioboards (menção especial) e a Book in Loop (prémio de categoria). Voltando a acompanhar o SBSR, o CLAB deixou patente a exposição fotográfica Supersonic.

Pavilhão de Portugal, Lisboa

2015
O 10.º Laboratório Criativo fez o warm-up do 20.º Super Bock Super Rock. O programa integrou a 180 Media Arts Conference, com oradores dos canais Vice, VNA, Archdaily e Pitchfork; um concerto pela cantautora Márcia; e a entrega do Prémio Nacional Indústrias Criativas 2015 (que deu a vitória à Miss Can, uma menção especial à Cross Hands Architecture e prémios de categoria aos projetos Arumis e Os Italianos Design). Para os dias do festivalficaram ainda uma instalação do coletivo catalão Penique Productions e intervenções artísticas de Wasted Rita, Júlio Dolbeth, Akacorleone e We Came From Space.

Mercado Municipal de Matosinhos

2014
Enraizar foi o verbo de um Laboratório realizado entre bancas de frescos. Se“A Raiz e o Quadrado” animou a conversa entre convidados do empreendedorismo e da criatividade, às raízes da criação foi a companhia Palmilha Dentada com um espetáculo de novo circo, dança e música. No que toca ao Prémio Nacional Indústrias Criativas, houve novidades: além do galardão principal, entregue à WESO - West European Symphony Orchestra, atribuíram-se prémios de categoria aos projetos Beesweet, Calligraphy Practicee Casas em Movimento.

Garagem Sul do Centro Cultural de Belém, Lisboa

2013
Integrado na exposição “Futurespective Architecture”, do arquiteto japonês Sou Fujimoto, o 8.º Laboratório Criativo explorou o tema “InExterior”. Sob este título, o coreógrafo Víctor Hugo Pontes apresentou em estreia absoluta uma peça inspirada na obra de Sou Fujimoto. À dança contemporânea seguiu-se uma sessão de Design Thinking conduzida por Markus Edgar Hormeß e Adam St. John Lawrence. Na altura de se anunciar o vencedor do Prémio Nacional Indústrias Criativas 2013, Musikki foi o nome que se ouviu entre os seis projetos finalistas.

Instituto de Design de Guimarães

2012
Em Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura houve “Música, Poesia e Vasilhame”, uma obra do maestro Rui Massena e da escritora Filipa Leal para o Laboratório Criativo. Esta peça integrou uma programação concebidasob o tema NAU-NOW. No seu âmbito decorreu também o encontro “Empreendedorismo, Experiência e Conversa”, que permitiu aos nove finalistas do Prémio Nacional Indústrias Criativas 2012 – ganho pela Uniplaces – expor os seus projetos a personalidades reconhecidas nas áreas de desenvolvimento de negócio.

Marina do Parque das Nações, Lisboa

2011
O 6.º Laboratório Criativo descolou da margem do rio “Rumo ao Impossível”,uma produção inspirada na obra de Júlio Verne. Da autoria de Apolinário e José Cardoso (Salão Coboi) e Alexandre Monteiro (Poptones), esta viagem teve como protagonistas os projetos finalistas do 3.º Prémio Nacional Indústrias Criativas. Música, ilustração e escultura foram as artes chamadas a compor uma história animada em stop motion. Chegado num foguetão, elemento central de toda a ação, o troféu do Prémio acabaria nas mãos de Anthony Douglas (Hole19).

Mercado Ferreira Borges, Porto

2010
Decorriam as obras para instalação do Hard Club, um dos vencedores do 1.ºPrémio Nacional Indústrias Criativas, quando o Mercado Ferreira Borges acolheu o 5.º Laboratório Criativo. Um coletivo efémero liderado por JoclécioAzevedo apresentou a performance “Predilectos”, composta por 10 micropeças – ou seja, o número certo para as artes performativas e a música explorarem, de forma não linear, os 10 projetos finalistas do Prémio Nacional Indústrias Criativas. A OSTV (Canal 180) seria anunciada como a vencedora da competição. O convívio e o networking prosseguiram pela noite, com DJ Set e degustações, já um ritual neste evento.

Estação do Rossio, Lisboa

2009
O Laboratório Criativo torna-se em 2009 no palco natural de entrega do Prémio Nacional Indústrias Criativas Super Bock/Serralves. Os vencedores da 1.ª edição desta competição – Hard Club (Porto) e Cut Furniture (Leiria) – foram conhecidos na estação ferroviária do Rossio, onde o coletivo Mau Artista apresentou “Terminal 05”. Com encenação e dramaturgia de Nuno Preto, a peça recriou uma viagem atribulada de personagens em busca de um bilhete dourado, não faltando as referências ao Vaudeville e aos universos de Buster Keaton e Chaplin.

Gare do Oriente, Lisboa

2007
Deste Laboratório ficou a memória de partilha de um espaço de passagem eviagem, onde se apresentou uma obra original de 30 minutos, surgida da confluência de várias expressões artísticas. Uma produção impactante, “Reenquadrar” foi arquitetada pelos compositores Pedro Junqueira Maia, Dimitris Andrikopoulos, Rui Dias e António Torres, mais o fotógrafo Pedro Guimarães e a desenhadora de luz Wilma Moutinho. Sobre uma base eletroacústica, sonoridades da música contemporânea e do jazz fundiram-secom a fotografia e a luz.

Gare Marítima de Alcântara, Lisboa

2006
Ocupar espaços não convencionais em termos artísticos e culturais, experienciando-os como lugares de encontro de criadores com o público, é uma das características do Laboratório Criativo, que na 2.ª edição visitou a Doca de Alcântara. “Travessias” foi o tema de um projeto de “tunning” que transformou um automóvel modificado numa instalação de artes plásticas, música, design gráfico e vídeo. O artista plástico Miguel Palma e o músico Nuno Rebelo, mais António Caramelo, João Bonito, Luís Alegre e Miguel Cabral, desenvolveram o conceito.

Centro de produção do Super Bock Group, Leça do Balio

2005
Foi em casa, imerso no ambiente cervejeiro, que decorreu o 1.º Laboratório Criativo. Logo na estreia afirmou-se a vontade de celebrar as indústrias criativas, levando ao tubo de ensaio diferentes áreas de intervenção. O Coletivo Caixa Geral dos Despojos, coordenado por João Gesta, a coreógrafaMariana Rocha e o artista Bruno Niel criaram para um espaço industrial com características próprias uma produção transdisciplinar: sob o tema “Dos Líquidos”, realizou-se a mistura entre poesia, dança contemporânea e vídeo.