15-10-2014

O nome a reter: West European Symphony Orchestra (WESO). Em inglês se escreve o grande talento português. Com os seus alicerces em Portugal e nos Estados Unidos, este é um projeto global, especializado na produção e gravação de bandas sonoras de qualidade superior para a indústria cinematográfica.
Único finalista do Prémio Nacional Indústrias Criativas na categoria “Música e Artes do Espetáculo”, a WESO nasceu por iniciativa de André Miranda, um músico e empreendedor que adquiriu o know-how necessário na New York University, à qual permanece associado. O projeto, aliás, foi desenvolvido no seio da NYU, com players da indústria cinematográfica de Hollywood e da Coreia do Sul. Estas e outras potências do setor, como a China, estão a reconhecer a validade de um conceito que associa o muito útil ao extremamente agradável – falamos da sempre pertinente relação qualidade/preço.
Num mercado de grande expressão universal, como é o da Música e Entretenimento, a exigência com os conteúdos é cada vez maior, sendo que os orçamentos para produção tendem a ser mais reduzidos. À luz desta realidade, a WESO apresenta uma proposta que se diferencia da concorrência. A prática de preços elevados, a dificuldade em trabalhar sob pressão, com timings apertados, ou a fraca qualidade do produto final são as fraquezas apontadas a outras orquestras que interpretam/gravam música para filmes. A tudo isto, o projeto de André Miranda responde com três argumentos: elevado conhecimento do meio (sobretudo Hollywood) e prestação musical de excelente qualidade, com custos reduzidos para o cliente.
Ao perfil do negócio associa-se a abertura de novas possibilidades para virtuosos intérpretes portugueses. À orquestra são chamados músicos merecedores do aplauso internacional, mas que em Portugal têm poucas oportunidades de singrar profissional e artisticamente.
O “sonho americano” cumpre-se aqui, mas faz-se por várias geografias. No futuro, a orquestra pretende alargar a sua atividade às áreas de negócio musicais de crossover, no que se inclui o desenvolvimento de software de música (uma possibilidade já em negociação para 2016). A WESO está a crescer. Merece crescer.
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