03-11-2017

Amarante, Barcelos e Braga acabam de se juntar a Óbidos e Idanha-a-Nova na Rede de Cidades Criativas, instituída em 2004 pela UNESCO para desenvolver a cooperação internacional entre cidades que identificaram a criatividade como um fator estratégico para o desenvolvimento sustentável.

Agora composta por 180 cidades de 72 países, a Rede divide-se em sete categorias: Literatura, Cinema, Música, Artesanato e Arte Popular, Design, Artes e Media, Gastronomia. A partir desta categorização, as cidades portuguesas passam a constar no mapa global da criatividade como polos ativos de:

- Música (Idanha-a-Nova e Amarante);
- Artesanato e Arte Popular (Barcelos);
- Artes e Media (Braga);
- Literatura (Óbidos).

Conforme informa a UNESCO, esta Rede “tem por objetivos fortalecer a criação, produção, distribuição e fruição dos bens culturais e serviços a nível local; promover a criatividade e expressões criativas, especialmente entre os grupos vulneráveis, incluindo mulheres e jovens; melhorar o acesso e a participação na vida cultural, bem como a fruição de bens culturais; e integrar as indústrias culturais e criativas em planos de desenvolvimento local”.
Para o efeito, as Cidades Criativas desenvolvem iniciativas “mediante parcerias entre os setores público e privado, organizações profissionais, comunidades, sociedade civil e instituições culturais. Também facilitam a partilha de experiências, conhecimentos e recursos entre as cidades-membros em todo o mundo, como um meio para promover as indústrias criativas locais e fomentar a cooperação global para o desenvolvimento urbano sustentável”.

Entre os novos elementos da Rede, e no que toca ao mundo da lusofonia, estão também a cidade da Praia, capital de Cabo Verde (Música); Brasília (Design), João Pessoa (Artesanato e Arte Popular) e Paraty (Gastronomia), no Brasil; e ainda Macau (também Gastronomia).

A integração nesta Rede passa pela apreciação de candidaturas locais, apresentadas pelos municípios. Com esta iniciativa, fomenta-se uma ideia descentralizadora da criatividade – que, não nos cansamos de afirmar, mora em todo o lado.
 

Consulta a Rede de Cidades Criativas da UNESCO.

 
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