02-03-2015

Um ano depois de se terem candidatado, quisemos saber o que aconteceu na vida dos finalistas do nosso Prémio em 2014.
 
Fundada em 2012, a Origama teve em 2014 um ano muito feliz: foi finalista do nosso Prémio e destacou-se como Produto do Ano, na categoria Acessórios de Praia. De forma meteórica, tornou-se num “caso sério”, como observa, e bem, a sua equipa.
A participação nesta competição nacional, “para além da visibilidade que por si só concedeu à marca”, permitiu ao jovem casal que a criou (Francisca Falcão e Pedro Ravara) conhecer “outros negócios, pessoas formidáveis e, acima de tudo, aprender muito! Foi um momento crucial”, durante o qual se apresentou a primeira criação da marca, “mas nem tudo ficou por aí: foi também durante Prémio Nacional de Indústrias Criativas que se apresentaram as criações para o Verão de 2014”.
Tudo, recorde-se, começou com Origama Sun Seat, uma toalha inovadora dotada de um suporte de madeira “capaz de cativar o cliente” pelo design, pela qualidade dos materiais e pela funcionalidade (o clássico caso em que nos perguntamos: como não me lembrei antes disto?). Este foi o “protótipo-emblema do ano de 2013”, mas a marca “rapidamente percebeu o seu espaço no mercado”. A equipa decidiu distanciar-se da sazonalidade do produto, dando “maior amplitude ao projeto”. A partir daí, nasceram o Wind Banner (um para-vento diferenciador), a Flat Seat (uma toalha de dimensão invulgar, criada para aproveitar o sol a dois), o Park Seat (produto “revolucionador” pelo modo como estabelece o contacto com a natureza, em parques e jardins), e o Back Pocket (uma bolsa em lona). A receção à nova gama foi “muito positiva e levou a marca a trabalhar ainda com mais garra e dedicação”.
Neste ritmo, a Origama abriu, durante o verão, duas lojas próprias, uma em Lisboa e outra em Vilamoura, e esteve presente noutras 70. No que toca a projeção online, o seu site atingiu as 250 mil visualizações mensais. Sucesso também no Facebook, onda a págima da empresa conta com cerca de 117 mil likes
Este aumento de oferta “sedimentou a marca no plano nacional, tornando-a cada vez mais forte e competitiva”, e catapultou-a para a "cada vez mais indispensável internacionalização". Posto isto, o mercado espanhol foi o primeiro alvo: com uma equipa de três colaboradores em Espanha, a adesão à Origama “foi assinalável” e a atenção dispensada pelos media espanhóis “veio comprovar o repentino sucesso do projeto”: no país vizinho, mais de 30 lojas aderiram ao conceito.
A marca, que começou apenas com os seus dois fundadores, não tem parado de crescer. Neste momento “fazem parte da equipa jovem, multidisciplinar e multicultural, nove pessoas”. Entretanto, “têm vindo a ser desenvolvidos contactos para a Origama se inserir nos mais diversos mercados internacionais”. A “distribuição ativa” em Angola apresenta-se como prioridade, sendo que no horizonte próximo se apresentam “os mercados norte- americano, brasileiro, peruano, venezuelano e argentino”.
A Origama tem novos trunfos na manga. Porém, são desígnios que, “para já, ficam no segredo dos deuses”. Mal possamos, daremos aqui as novidades…
OUTRAS NOTÍCIAS
CITY CHECK. Descobrir a cidade através de jogos

CITY CHECK. Descobrir

a cidade através de jog...

WONDER COVER. Joga com amigos à volta do tablet

WONDER COVER. Joga

com amigos à volta do tabl...

SOUND PARTICLES. De Leiria para Hollywood

SOUND PARTICLES. De

Leiria para Hollywood

IGUANEYE. Afinal (não) estamos descalços

IGUANEYE. Afinal

(não) estamos descalços

Grandes ideias no pequeno ecrã

Grandes ideias no

pequeno ecrã

Sensi quer revolucionar meio musical

Sensi quer

revolucionar meio musical

Candidaturas encerradas

Candidaturas

encerradas

MAIS NOTÍCIAS  1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   11   12   13   14   15   16   17