13-11-2014

O universo do colecionismo já pedia uma plataforma online. Recém-criada, o Kollectbox posiciona-se como a rede social de uma comunidade (colecionadores e vendedores) de todas as latitudes, línguas e credos que partilham um interesse comum. Jorge Oliveira, CEO do Kollectbox, explicou-nos os contornos essenciais do projeto.
 
Como se define o Kollectbox e em que fase de desenvolvimento se encontra?
O Kollectbox é uma plataforma para colecionadores e vendedores. Encontra-se com uma versão beta privada em funcionamento, e nos próximos dias será lançada a versão beta pública. Neste momento tem cerca de 200 utilizadores, colecionadores e vendedores, nos segmentos de selos, moedas e notas.
 
São esses os segmentos abrangidos – selos, moedas e notas?
Exato. Inicialmente, o Kollectbox foi pensado para todo o tipo de colecionadores. Com a evolução do projeto, decidimos focar a ideia em segmentos mais específicos (e assim definir a proposta de valor), mas ainda assim que representassem mercados de dimensões significativas.
 
Como surge o projeto; quem são os criadores?
A ideia surge em 2013 pela mão do Luís Oliveira [CDO da empresa]. Inicialmente, a ideia era desenvolver uma aplicação IOS para gerir coleções. Qualquer tipo de coleções. Ao Luís Oliveira juntaram-se o Abel Soares [COO], o Rafael Azevedo [CTO] e eu [Jorge Oliveira, CEO].
Ainda iniciámos o desenvolvimento da aplicação móvel, mas decidimos suspender o seu lançamento após uma série de entrevistas e inquéritos realizados a colecionadores. Percebemos que deveríamos limitar os segmentos da plataforma e que esta deveria começar como uma aplicação web.
 
A adesão à plataforma é feita por convite. Há uma necessidade de filtrar a comunidade de utilizadores?
Nesta fase a adesão é feita somente por convite para assegurar que os “early adopters” são realmente colecionadores. É fundamental, nesta fase, obter feedback que nos ajude a definir as próximas fases de desenvolvimento.
 
Quantos utilizadores tem a plataforma? Já se pode falar de grupos  mais expressivos, por segmento e região/país?
Temos 231 registados. A maior parte dos utilizadores são portugueses, mas temos também norte-americanos, espanhóis, belgas ou brasileiros, entre outras nacionalidades.
 
O projeto ganhou já um prémio em Espanha. Aliás, a vossa startup está sediada na Corunha. Há alguma razão especial?
Estamos sediados na Corunha pois estamos a desenvolver o projeto com a aceleradora de empresas Zarpamos.
 
E estão relacionados com o Instituto Empresarial do Minho...
Apesar de estarmos sediados na Corunha, parte da equipa tem escritório no IEMinho.
 
Por último, que projetos têm para o Kollectbox; quais os objetivos para 2015?
Os objetivos são muito simples: precisamos de aumentar o número de utilizadores, assim como a tração, e continuar o desenvolvimento das funcionalidades premium.
 
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