26-02-2015

Um ano depois de se terem candidatado, quisemos saber o que aconteceu na vida dos finalistas do nosso Prémio em 2014.
 
“A experiência da FAHR 021.3, enquanto finalista do Prémio, foi realmente muito positiva pela aprendizagem nas várias formações e pelas pessoas e amigos que conhecemos das outras equipas. 
Contudo, há um conjunto de contactos gerados ao longo de todo o concurso que nos criaram novas oportunidades, e para nós essa foi a melhor distinção que podíamos ter.
Em termos práticos, a verdade é que tivemos a oportunidade de conversar directamente com algumas empresas, nomeadamente com a Casa da Música, resultando já em vários trabalhos executados. Assim como, após apresentação do nosso projecto na Unicer, surgiram várias oportunidades de trabalho.
Resumindo, o PNIC foi para a FAHR muito mais do que a possibilidade de ganhar um prémio monetário, convertendo-se sim num prémio de oportunidades que estamos a abraçar com toda a energia”.

 
A FAHR 021.3, criada por Filipa Frois Almeida e Hugo Reis, explora o conceito de “arquitetura comunicativa”, criando intervenções que geram impacto e provocação. Entre os seus projetos mais recentes estão a instalação cultural Metamorfose (na Baixa do Porto) e a instalação para a Casa da Música (alusiva ao Ano da Alemanha) – a ilustrar esta página.
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